Estudos

Dossiê temático: O desemprego Jovem em Portugal e na Europa

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  • O desemprego Jovem em Portugal e na Europa

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Em 2015, na Europa e em Portugal, verificou-se uma diminuição do desemprego jovem relativamente ao ano anterior (uma quebra de 1,9 p.p. e 2,8 p.p., respetivamente). Embora o desemprego jovem continue elevado, neste ano houve sinais de recuperação face aos valores registados em 2013 e 2014. Em Portugal, existiam no ano de 2015, 118 mil jovens desempregados com menos de 25 anos – mais 64 mil do que no início de 2000 (54 mil), mas menos 30 mil do que em 2013 (148 mil). Leia o resto deste artigo »

Dossiê temático: A situação contratual dos Jovens em Portugal e na Europa

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  • A situação contratual dos Jovens em Portugal e na Europa

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    Trabalho temporário e a tempo parcial em Portugal

    Neste dossiê OD dedicado ao trabalho trabalho temporário e a tempo parcial reúnem-se algumas das principais tendência para Portugal e Europa no que diz respeito à evolução destas modalidades contratuais juntos dos jovens dos 15 aos 29 anos. 

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Dossiê temático: O emprego jovem em Portugal e na Europa

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O emprego jovem em Portugal e na Europa

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Esta descrição estatística sobre emprego jovem (consultar aqui), consiste na primeira periódica do dossiê temático que o Observatório das Desigualdades passará a publicar com base nos dados de organizações nacionais e internacionais. A análise sobre o emprego jovem foi feita com base no EU Labour Force Survey, do Eurostat. A taxa de emprego jovem é calculada a partir da divisão do número de pessoas empregadas com mais de 15 anos sobre o total da população com a mesma idade. Para efeitos da análise, definiram-se como dois escalões etários a estudar jovens dos 15 aos 24 anos e dos 25 aos 29 anos.

Saúde e Doença: (re)produção de geografias injustas, por Joana Vieira

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Por: Joana Vieira[1]

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“Estarmos bem adaptados a uma sociedade profundamente doente não é nenhum indicador de saúde.”
Krishnamurti

O objetivo deste artigo é analisar as desigualdades na saúde na sua pluralidade e multidimensionalidade, tendo em conta o seu carácter global, através de uma análise comparativa entre seis países – EUA, Japão, Cuba, China, Brasil, Suécia e Portugal – relativamente aos indicadores de saúde da população presentes no Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH, 2014) – o Rendimento Nacional Bruto per capita (RDH, 2014), as desigualdades de rendimento interno segundo o Coeficiente de Gini (World Bank, 2010-2013) e a despesa em saúde pública e privada, % do PIB (Word Bank, 2015). Os indicadores de saúde analisados são a esperança média de vida à nascença, a taxa de mortalidade infantil (por mil nados-vivos), o número de médicos (por mil pessoas) e a cobertura pré-natal (%)

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Crescimento económico, desenvolvimento humano e desigualdades sociais: análise comparada entre a América Latina e o Sul e Este Asiático, por João Paulo Henriques

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Por: João Paulo Henriques[1]

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A América Latina (AL) e o Sul e Este Asiático (SEAS) têm economias em forte crescimento, incluindo alguns dos principais países emergentes. Numa fase em que alguns dos seus países ambicionam aproximar-se do patamar de desenvolvimento, e não só de crescimento, quais as tendências dos indicadores socio-económicos nas duas regiões? E se analisarmos internamente os maiores países em cada região, ou seja, nas províncias da China e nos estados da Índia e do Brasil, que leitura teremos dos mesmos indicadores? E que influência terá esta mudança de escala e de perspectiva na nossa percepção das desigualdades?

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Precariedade, desemprego e proteção social: caminhos para a desigualdade?, por Renato Miguel do Carmo e Frederico Cantante

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Por: Renato Miguel do Carmo e Frederico Cantante 

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Pretende-se neste texto promover um olhar sobre a evolução das dinâmicas de emprego nos países da União Europeia num passado recente, com especial atenção sobre as tendências registadas em Portugal desde o período anterior ao deflagrar da crise económica e financeira até ao final de 2013. Através da articulação entre um nível europeu e nacional de análise debater-se-ão os processos de precarização do emprego, de aumento do desemprego e do desemprego desprotegido e dos efeitos que algumas destas dinâmicas poderão estar a exercer na estrutura de distribuição do rendimento.

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Desigualdades de género, trabalho e ação coletiva na Europa

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 Por: Nuno Nunesdesigualdade de genero e accao colectiva_imagem  

Terão as desigualdades de género relevância sobre a ação coletiva na Europa? Que impactos sobre a cidadania está provocar o aumento da escolaridade das mulheres? A partir da centralidade do trabalho e de uma análise das desigualdades sociais, procura-se compreender a adesão à cidadania e ação coletiva de homens e mulheres na Europa.

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Deficiência e desigualdade no acesso ao mercado de trabalho: o gap de emprego dos deficientes visuais em Portugal

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Por: Paulo Pedroso e Tatiana Alves 

deficiencia e desigualdades_pedroso_imagemEm Portugal, hoje, a escolarização é a via mais eficaz de superação da dificuldade de ingresso de pessoas com deficiência visual no mercado de trabalho e a reabilitação profissional de quem adquire deficiência visual na idade adulta é incapaz de combater a propensão para que adquirir uma deficiência seja um forte factor de saída do emprego. 

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E se o limite do défice público fosse ajustado à taxa de desemprego?

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Por: Renato Miguel do Carmo

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Tendo em consideração que a taxa de desemprego é um indicador tão sensível sobre a situação social e económica dos países, não fará sentido equacioná-la para a definição da política monetária que tenha verdadeiramente em conta a economia real? 

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