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Despesa com o ensino pré-primário em Portugal é fortemente suportada pelas famílias

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Escolaridade dos pais influencia os percursos escolares dos filhos. Leia o resto deste artigo »

A mobilidade social é menor nas sociedades mais desiguais

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Condicionamento dos trajetos sociais e económicos produz-se a partir da base e do topo da estrutura social. Reprodução socioeconómica é elevada em Portugal. Conclusões de um estudo da OCDE. Leia o resto deste artigo »

Desigualdades de privação habitacional e nas despesas em habitação

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Quase ¼ dos 20% mais pobres estavam sobrecarregados com despesas em habitação. Confirma-se que, em 2016,  a taxa de risco de pobreza situou-se nos 18,3%. Leia o resto deste artigo »

96% dos portugueses consideram que a desigualdade de rendimento no país é demasiado elevada

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Fairness, inequality and mobility II_notícia

 

Representações acerca da mobilidade social são também comparativamente negativas. Dados do Eurobarómetro especial, intitulado “Fairness, inequality and intergenerational mobility”.

 

Portugal é o país europeu cuja população avalia de modo mais expressivo que as desigualdades internas na distribuição do rendimento são demasiado elevadas: 59% concordam com esta afirmação, 37% concordam fortemente. Os portugueses são também os que entendem mais intensamente que o governo devia tomar medidas para reduzir essa desigualdade: 94% para uma média da UE28 de 81%. Leia o resto deste artigo »

Redução da desigualdade e da pobreza

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Os resultados do ICOR 2017 indicam que a desigualdade e a pobreza estão a decrescer em Portugal. Há, no entanto, situações de contracorrente que importa ter em consideração, como o caso do aumento da taxa de risco de pobreza dos desempregados.

Os resultados provisórios do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento 2017 (ICOR 2017), publicados pelo INE (INE, 2017), revelam uma ligeira diminuição das desigualdades de rendimento entre 2015 e 2016. Desde 2014 que as medidas de desigualdade de rendimento tipicamente usadas pelo INE têm vindo a diminuir, após o pico de 2013. Leia o resto deste artigo »

Igualdade de género na UE: um progresso lento

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As desigualdades de género diminuíram de forma pouco significativa entre 2005 e 2015. Existem, a este nível,assimetrias bastante vincadas entre os países da União Europeia (UE). Apesar da evolução, Portugal apresenta para este índice um valor abaixo da média da UE.

De acordo com a nova atualização do Índice de Igualdade de Género, os progressos verificados nos países da UE, entre 2005 e 2015, em relação à igualdade entre mulheres e homens foram lentos e insuficientes. Leia o resto deste artigo »

Estudo aponta para que o limiar da pobreza em Portugal está subestimado

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No passado mês de Junho foi publicado um relatório, coordenado por José Pereirinha, que procura responder à questão: Quanto é necessário para uma pessoa viver com dignidade em Portugal?. Esta investigação, intitulada “Rendimento Adequado em Portugal(RAP), foi conduzida por investigadores da Universidade de Lisboa (do ISEG e ISCSP), Universidade Católica Portuguesa (Faculdade de Ciências Humanas) e EAPN – Rede Europeia Anti Pobreza em Portugal, com financiamento da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT).

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Participação do OD em Wokshop do Think-tank for Action on Social Change

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TASC

O Think-tank for Action on Social Change encontra-se a realizar um conjunto de workshops onde se convida investigadores europeus a discutir sobre um determinado tema. O Observatório das Desigualdades participou numa destas sessões intituladas “The new European precariat? Educated young people in temporary employment”, em 25 de Abril, em Dublin. Queira consultar a apresentação de Renato Miguel do Carmo e restantes contribuições aqui:

Renato Do Carmo (University Institute of Lisbon) on: From precarious work to an uncertain tomorrow: the case of young people in Portugal

INE publica dados sobre pobreza: população em risco de pobreza ou exclusão social diminuiu para 25,1% em 2016

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O Instituto Nacional de Estatística publicou recentemente os resultados oficiais do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento (EU-SILC). Em Portugal, em 2015, o número de pessoas em risco de pobreza diminuiu relativamente ao ano anterior (menos 0,5 p.p., situando agora em 19%). Contudo, registou-se um aumento do risco de pobreza entre o grupo etário dos 65 ou mais anos, com 18,3% (mais 1,3 p.p. que em 2014) e uma diminuição para os menores de 18 anos (menos 2,4 p.p. do que em 2014, registando agora 22,4%).

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Raparigas em idade escolar correspondente ao 1º e 2º ciclo continuam em desvantagem, a situação inversa acontece com os rapazes do 3º ciclo

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eAtlas.

A UNESCO lançou em 2012 o relatório “World Atlas of Gender Equality in Education”. Informação atualizada para 2016 é disponibilizada no eAtlas of Gender Equality and Education” , o qual apresenta dados sobre a evolução segundo níveis de educação desagregados, por sexo, ao longo dos anos. A informação é recolhida pelo Instituto de Estatística da UNESCO (UIS) em pareceria com a OCDE e o Eurostat.

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