Condições de vida e rendimento

“Desigualdades Sociais. Portugal e a Europa”, de Renato Miguel do Carmo, João Sebastião, Joana Azevedo, Susana da Cruz Martins e António Firmino da Costa (Orgs.)

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Carmo, Renato Miguel do, João Sebastião, Joana Azevedo, Susana da Cruz Martins e António Firmino da Costa (Orgs.) (2018), Desigualdades Sociais. Portugal e a Europa, Lisboa, Editora Mundos Sociais.

 

Resumo:

O nosso país persiste numa desigualdade estrutural que tende, na maior parte dos casos, a ser identificada a partir da variável rendimento por via dos indicadores habitualmente utilizados (coeficiente de Gini, S80/S20), S90/S10…). Todavia, apesar de o rendimento representar uma vertente fundamental, esta não esgota as múltiplas dimensões que contribuem para a produção e a persistência das desigualdades. Na verdade, estas caracterizam-se pela sua multidimensionalidade no que diz respeito a um conjunto diferenciado de variáveis, de setores e de sistemas. O presente livro tem como objetivo principal alcançar esta perspetiva multidimensional na análise dos processos e dos resultados produtores de desigualdade. Para tal, organizaram-se quatro grandes temas a partir dos quais se pretende abarcar uma multiplicidade de estudos e análises diferenciadas. Leia o resto deste artigo »

INE publica dados sobre pobreza: população em risco de pobreza ou exclusão social diminuiu para 25,1% em 2016

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O Instituto Nacional de Estatística publicou recentemente os resultados oficiais do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento (EU-SILC). Em Portugal, em 2015, o número de pessoas em risco de pobreza diminuiu relativamente ao ano anterior (menos 0,5 p.p., situando agora em 19%). Contudo, registou-se um aumento do risco de pobreza entre o grupo etário dos 65 ou mais anos, com 18,3% (mais 1,3 p.p. que em 2014) e uma diminuição para os menores de 18 anos (menos 2,4 p.p. do que em 2014, registando agora 22,4%).

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O desenvolvimento humano (IDH) em 2015 no mundo e em Portugal

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Em 2015, África contínua a apresentar um Índice de Desenvolvimento Humano mais baixo das demais regiões do globo. No hemisfério sul dominam os países com um nível de desenvolvimento humano baixo ou médio, enquanto no hemisfério norte quase todos obtêm uma pontuação considerada elevada ou muito elevada. Leia o resto deste artigo »

Em Portugal, as mulheres ganham, em média, cerca de menos 18% que os homens

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A disparidade salarial entre homens e mulheres (Gender Pay Gap) na União Europeia a 28 registava em 2015 o valor de 16,3% – o que significa que as mulheres ganharam, em média, menos 84 cêntimos por cada 1 euro ganho por um homem (Eurostat,  Do women still earn less than men?).

Na medição das desigualdades salariais, o Eurostat calcula a diferença de ganhos de género não ajustada (unadjusted Gender Pay Gap (GPG)). Leia o resto deste artigo »

Relatório OXFAM: uma economia para os 99%

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Apenas 8 pessoas detêm património equivalente a mais de metade da população mundial

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INE publica dados sobre pobreza em Portugal: subida da população idosa em risco de pobreza

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A man rests in downtown Lisbon, Portugal September 1, 2016.   REUTERS/Rafael Marchante
@ REUTERS/Rafael Marchante

Em Portugal, em 2015, o número de pessoas em risco de pobreza diminuiu relativamente ao ano anterior. Contudo, registou-se uma subida do risco de pobreza no grupo etário dos 65 ou mais anos. Neste ano, continuam a ser os mais jovens, as mulheres, a população desempregada e as famílias com crianças dependentes, os grupos populacionais em maior risco.

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Justiça Social: o índice que compara os 28 Estados-Membro

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O relatório sobre o índice de justiça social é elaborado pela Social Inclusion Monitor Europe, pelos autores Daniel Schraad-Tischler e Christof Schiller, apresentado em Novembro de 2016. O relatório tem como objetivo a criação de um ranking assente no índice, com diferentes dimensões de análise e desenvolve também um diagnóstico de cada país, traçando assim o perfil para cada um dos 28 naquilo que concerne o índice de justiça social.

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Desigualdade de rendimento (S90/S10) entre os 10% mais ricos e os 10% mais pobres diminui em 2014

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Em Portugal, após um período em que a diferença de rendimento entre os 10% mais ricos face aos 10% mais pobres aumentou durante quatro anos consecutivos, os últimos dados para 2014 revelam uma ligeira diminuição das desigualdades.

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[Novo OD Working Paper] Desigualdades ocupacionais na dimensão relacional do trabalho, da autoria de Margarida M. Barroso

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Encontra-se já disponível online o novo Observatório das Desigualdades e-Working Paper
OD e-WP N.º 1/2016 | ISSN: 2183-4199
Desigualdades ocupacionais na dimensão relacional do trabalho, da autoria de Margarida M. Barroso

Resumo: Neste artigo, analisamos o efeito da variável ocupação na dimensão relacional do trabalho. Com base em dados do Inquérito Europeu às Condições de Trabalho, propomos uma análise exploratória que permita alargar a discussão sobre as desigualdades ocupacionais às esferas não materiais do trabalho, mais concretamente, às relações de apoio e cooperação que se estabelecem no exercício da atividade profissional. Discutimos, também, o possível efeito que a insegurança do emprego pode ter no desenvolvimento de relações interpessoais estáveis e cooperativas no trabalho.

Pode consultá-lo aqui
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