Rendimento e Pobreza

A mobilidade social é menor nas sociedades mais desiguais

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Condicionamento dos trajetos sociais e económicos produz-se a partir da base e do topo da estrutura social. Reprodução socioeconómica é elevada em Portugal. Conclusões de um estudo da OCDE. Leia o resto deste artigo »

96% dos portugueses consideram que a desigualdade de rendimento no país é demasiado elevada

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Fairness, inequality and mobility II_notícia

 

Representações acerca da mobilidade social são também comparativamente negativas. Dados do Eurobarómetro especial, intitulado “Fairness, inequality and intergenerational mobility”.

 

Portugal é o país europeu cuja população avalia de modo mais expressivo que as desigualdades internas na distribuição do rendimento são demasiado elevadas: 59% concordam com esta afirmação, 37% concordam fortemente. Os portugueses são também os que entendem mais intensamente que o governo devia tomar medidas para reduzir essa desigualdade: 94% para uma média da UE28 de 81%. Leia o resto deste artigo »

Rácio S90/S10 (desigualdade de rendimento)

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Portugal é um dos países europeus no qual o o rendimento disponível auferido está mais concentrado no decil superior. Leia o resto deste artigo »

Rácio S80/S20 (desigualdade de rendimento)

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Desigualdade tem vindo a recuar nos últimos anos em Portugal e o país melhorou a sua posição neste ranking no contexto europeu. Leia o resto deste artigo »

Coeficiente de Gini

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Valor de 2016 é o mais baixo num período de década e meia. Leia o resto deste artigo »

Redução da desigualdade e da pobreza

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Os resultados do ICOR 2017 indicam que a desigualdade e a pobreza estão a decrescer em Portugal. Há, no entanto, situações de contracorrente que importa ter em consideração, como o caso do aumento da taxa de risco de pobreza dos desempregados.

Os resultados provisórios do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento 2017 (ICOR 2017), publicados pelo INE (INE, 2017), revelam uma ligeira diminuição das desigualdades de rendimento entre 2015 e 2016. Desde 2014 que as medidas de desigualdade de rendimento tipicamente usadas pelo INE têm vindo a diminuir, após o pico de 2013. Leia o resto deste artigo »

Estudo aponta para que o limiar da pobreza em Portugal está subestimado

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No passado mês de Junho foi publicado um relatório, coordenado por José Pereirinha, que procura responder à questão: Quanto é necessário para uma pessoa viver com dignidade em Portugal?. Esta investigação, intitulada “Rendimento Adequado em Portugal(RAP), foi conduzida por investigadores da Universidade de Lisboa (do ISEG e ISCSP), Universidade Católica Portuguesa (Faculdade de Ciências Humanas) e EAPN – Rede Europeia Anti Pobreza em Portugal, com financiamento da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT).

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“Teoria social da austeridade: para uma crítica do processo de precarização”, Renato Miguel do Carmo e André Barata

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Resumo: O objetivo central deste artigo é desenvolver uma interpretação e uma compreensão do fenómeno político-social da austeridade nas suas relações com a instauração de um regime social de existência precária que se abateu, a partir de 2008, sobre Portugal e alguns países da Europa. Deste propósito resultam outros dois objetivos parcelares: por um lado, pretende-se caracterizar este processo como um regime social da precariedade nas suas condições existenciais mais estruturais, designadamente nas suas estruturas espaciotemporais; por outro, identificar os meios político-económicos pelos quais essas condições foram sendo instauradas, a partir de uma modificação profunda da vida social das populações. Analisar-se-ão as formas de desinstitucionalização decorrentes da implementação dos programas de austeridade e o seu impacto num conjunto de esferas sociais: na depreciação e desvalorização da atividade do trabalho, na incerteza da vivência espaciotemporal, no exercício da racionalidade no contexto da ação humana. Por fim, mostra-se como posicionamentos políticos de oposição à austeridade tendem a fundar a sua ação política subvertendo as condições espaciotemporais que a austeridade procura impor.

Consultar artigo: Carmo, Renato Miguel do, e André Barata (2017), “Teoria social da austeridade: para uma crítica do processo de precarização”, Revista do Serviço Público,  v. 68, n. 2, p. 319-341

Crescimento económico, desenvolvimento humano e desigualdades sociais: análise comparada entre a América Latina e o Sul e Este Asiático, por João Paulo Henriques

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Por: João Paulo Henriques[1]

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A América Latina (AL) e o Sul e Este Asiático (SEAS) têm economias em forte crescimento, incluindo alguns dos principais países emergentes. Numa fase em que alguns dos seus países ambicionam aproximar-se do patamar de desenvolvimento, e não só de crescimento, quais as tendências dos indicadores socio-económicos nas duas regiões? E se analisarmos internamente os maiores países em cada região, ou seja, nas províncias da China e nos estados da Índia e do Brasil, que leitura teremos dos mesmos indicadores? E que influência terá esta mudança de escala e de perspectiva na nossa percepção das desigualdades?

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